sábado, 23 de maio de 2026
"As ligações verdadeiras são como o vento que nos despenteia: inesperadas, incontroláveis, mas inevitáveis. São aquele toque que nunca muda, o sabor que persiste, como se a ausência nunca tivesse existido.
quarta-feira, 20 de maio de 2026
segunda-feira, 18 de maio de 2026
domingo, 17 de maio de 2026
sábado, 16 de maio de 2026
sábado, 9 de maio de 2026
A saida dos pintos
Hoje fui ajudar a Nena a limpar a casa nova dela.
Todo um feito.
Os sucessos dos nossos filhos, nossos também são.
Olhar para a frente.
Voo rasante, e ainda nem cantou o galo.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Que momentos guardamos? Guardamos todos sim, mas quais realmente retemos e recordamos?
Quais sobrevivem depois do reboliço dos dias e ficam limpos do ruído? Perguntei à minha mãe, mas perguntarei às minhas filhas? Como escolhemos em deixar ir uns e reter outros? Recordaremos verdadeiramente algo com a nitidez e a precisão de cada momento? Em mim, sobrevivem umas particularidades de uns dias, uns bons, outros menos bons. Vejo um caleidoscópio de imagens sobrepostas. Um emaranhado a que chamo Vida.segunda-feira, 27 de abril de 2026
"El deseo y el amor tienen propósitos opuestos. El amor es una red arrojada sobre la eternidad, el deseo es una estratagema para evitarse el trabajo de urdir esa red. Fiel a su naturaleza, el amor luchará por perpetuar el deseo. El deseo, por su parte, escapará de los grilletes del amor".
— Zygmunt Baumansábado, 25 de abril de 2026
quarta-feira, 22 de abril de 2026
quinta-feira, 16 de abril de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
quarta-feira, 18 de março de 2026
segunda-feira, 16 de março de 2026
domingo, 8 de março de 2026
sábado, 7 de março de 2026
sexta-feira, 6 de março de 2026
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
domingo, 15 de fevereiro de 2026
sábado, 14 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Vamos às urnas
Vamos às urnas,
não sei se seguros, não sei se claros,
seguimos por caminhos incertos,
estudamos onde pôr o pé,
que o terreno está escorregadio,
sentimos o chão,
medimos a copa e o tronco da árvore mais próxima,
prevemos onde há de cair,
se a árvore, o poste, ou o vizinho de cima,
vemos as estatísticas, ouvimos as previsões dos orçamentistas,
e aceitamos, crédulos, o que nos cairá do céu...ao que se cria sobre a terra.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
domingo, 25 de janeiro de 2026
A Inegualável
Ai, como eu te queria toda de violetas E flébil de setim... Teus dedos longos, de marfim, Que os sombreassem joias pretas... E tão febril e delicada Que não podesses dar um passo - Sonhando estrelas, transtornada, Com estampas de côr no regaço... Queria-te nua e friorenta, Aconchegando-te em zibelinas - Sonolenta, Ruiva de éteres e morfinas... Ah! que as tuas nostalgias fôssem guisos de prata - Teus frenesis, lantejoulas; E os ócios em que estiolas, Luar que se desbarata... . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Teus beijos, queria-os de tule, Transparecendo carmim - Os teus espasmos, de sêda... - Água fria e clara numa noite azul, Água, devia ser o teu amor por mim... Mário de Sá-Carneiro







































