sábado, 23 de maio de 2026
"As ligações verdadeiras são como o vento que nos despenteia: inesperadas, incontroláveis, mas inevitáveis. São aquele toque que nunca muda, o sabor que persiste, como se a ausência nunca tivesse existido.
O que sentes é o arrepio na pele, o calor no peito, aquele instante imperfeito, que nunca precisou de mais nada.
Há poesia em quem nos reconhece antes mesmo de dizermos quem somos. Em quem lê os silêncios, escuta os gestos e sente o que fica por dizer. O tempo passa mas há quem fique cravado na pele, como um refrão que nunca se esquece.
Há coisas que não se explicam, só se vivem. Não há fuga, nem resistência para esta ligação. Ela simplesmente existe. Um nó invisível que não aperta, um encontro marcado sem precisar de data, uma sintonia que nos embala sem aviso. Deixar estar, sentir, aceitar que certas almas nunca se perdem, apenas se reencontram sempre, como se nunca tivessem partido."
quarta-feira, 20 de maio de 2026
segunda-feira, 18 de maio de 2026
domingo, 17 de maio de 2026
sábado, 16 de maio de 2026
sábado, 9 de maio de 2026
A saida dos pintos
Hoje fui ajudar a Nena a limpar a casa nova dela.
Todo um feito.
Os sucessos dos nossos filhos, nossos também são.
Olhar para a frente.
Voo rasante, e ainda nem cantou o galo.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Que momentos guardamos? Guardamos todos sim, mas quais realmente retemos e recordamos?
Quais sobrevivem depois do reboliço dos dias e ficam limpos do ruído? Perguntei à minha mãe, mas perguntarei às minhas filhas? Como escolhemos em deixar ir uns e reter outros? Recordaremos verdadeiramente algo com a nitidez e a precisão de cada momento? Em mim, sobrevivem umas particularidades de uns dias, uns bons, outros menos bons. Vejo um caleidoscópio de imagens sobrepostas. Um emaranhado a que chamo Vida.
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