Não comprometas o teu presente por causa do futuro, porque o futuro é sempre surpreendente. Procura fazer uma coisa que não fazes para ser pago; faz uma coisa que pagarias para fazer. Foi a minha vida.
domingo, 8 de fevereiro de 2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Vicente Mais ou Menos de Souza: os meus leitores
Vicente Mais ou Menos de Souza: os meus leitores: Eu acho que os leitores das minhas prosas ou versos, nunca interpretarão o seu conteúdo da mesma maneira como eu as escrevi ou senti. E ...
Uma Casa na Pradaria - A minha ideia de Felicidade
"Não é a casa que nos abriga. Nós é que abrigamos a casa, pois é a ternura que sustenta o tecto."
Mia Couto.
Mia Couto.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
o fim da inocência
"Recuerdo las cosas más curiosas de mi infancia a principios de los ochenta. No me preguntes por los afluentes más importantes de la Península, ni por las ecuaciones de segundo grado, ni por las Coplas a la muerte de su padre de Jorge Manrique. En cambio, recuerdo el intenso sabor del ColaJet de limón, la rugosidad de las costras en mis rodillas, la barriga de John Wayne en los westerns de Primera Sesión, la ansiedad por conseguir chapas que no estuvieran dobladas o la alegría de ver a Santillana marcar un gol. Recuerdo la manera exacta en que el aliento de mi padre olía a Soberano; y la frase favorita de mi madre: "¿Te crees que soy el bancospaña?". Recuerdo que la felicidad era el primer mordisco del dónut en el recreo de las once. Quizá recuerdo todas esas cosas porque están entrelazadas con el momento en el que descubrí por fin toda la verdad sobre las mentiras de mi familia."
A tarde despedaçou-se
e nunca houve outro anseio
senão esta claridade sem sol,
a lenta supressão de uma morada.
Espiamos as naves que se soletram...
a ouvido nenhum,
tocando um do outro
os dedos mais
sinceros.
Estamos prontos para singrar
na noite do nosso
desassossego.
e nunca houve outro anseio
senão esta claridade sem sol,
a lenta supressão de uma morada.
Espiamos as naves que se soletram...
a ouvido nenhum,
tocando um do outro
os dedos mais
sinceros.
Estamos prontos para singrar
na noite do nosso
desassossego.
Vasco Gato
[in Napule, Tea for One, 2011]
[in Napule, Tea for One, 2011]
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
são poucas as palavras que nos doem de verdade
"..No fim de contas são poucas as palavras
que nos doem de verdade, e muito poucas
as que conseguem alegrar a alma....
E são também muito poucas as pessoas
que nos fazem bater o coração, e menos
ainda com o correr do tempo.
No fim de contas, são pouquíssimas as coisas
que na verdade importam nesta vida:
poder amar alguém e ser amado,
não morrer depois dos nossos filhos..."
"..No fim de contas são poucas as palavras
que nos doem de verdade, e muito poucas
as que conseguem alegrar a alma....
E são também muito poucas as pessoas
que nos fazem bater o coração, e menos
ainda com o correr do tempo.
No fim de contas, são pouquíssimas as coisas
que na verdade importam nesta vida:
poder amar alguém e ser amado,
não morrer depois dos nossos filhos..."
sábado, 31 de janeiro de 2015
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Porque eu gosto tanto do Amarelo... :)
Jogue fora todos os números não essenciais para tua sobrevivência.
Continue aprendendo.
Cerque-se daquilo que gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, seja o que for.
Seu melhor capital, a saúde.
Não se renda à nostalgia. Saia à rua.
Diz aos que ama, que realmente os ama
E lembre-se sempre que a vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que teu coração palpitou forte:
Há pessoas que transformam o sol em uma pequena mancha amarela, porém há também as que fazem de uma simples mancha amarela, o próprio sol.
Pablo Picasso
Isto inclui: idade, peso e altura.
Que eles preocupem ao médico. Para isto o pagamos.
Conviva, de preferência, com amigos alegres.
Os pessimistas não são convenientes para si.
Continue aprendendo.
Aprenda mais sobre computadores, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.
Não deixe seu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é oficina do diabo.
E o nome do diabo é “Alzheimer”.
Ria sempre, muito e alto.
Ria até não poder mais. Inclusive de você mesmo!
Quando as lágrimas chegarem: chore, sofra e siga adiante.
Agradeça cada dia que amanhece como uma nova oportunidade para fazer aquilo que ainda não tiveste coragem de começar, do princípio ao fim.
Prefira novos caminhos do que voltar a caminhos mil vezes trilhados.
Apague o cinza de tua vida, e acenda as cores que carrega dentro de si.
Desperte os seus sentidos para que não perca tudo de belo e formoso que o cerca.
Contagie de alegria ao teu redor, e tente ir além das fronteiras pessoais a que tenhas chegado aprisionado pelo tempo.
Porém lembre-se: a única pessoa que te acompanha a vida inteira é você mesmo.
Cerque-se daquilo que gosta: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, seja o que for.
O lar em que você vive é seu refúgio, porém não fique trancado nele.
Seu melhor capital, a saúde.
Aproveite-a se é boa, não a desperdice;
se não é, não a estrague mais.
Não se renda à nostalgia. Saia à rua.
Vá à uma cidade vizinha, a um país estrangeiro.
Porém não viaje ao passado porque, dói!
Diz aos que ama, que realmente os ama
e faça isso em todas as oportunidades que tiver.
E lembre-se sempre que a vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos momentos que teu coração palpitou forte:
de muito rir, de surpresa, de êxtase, de felicidade
e sobretudo, de amar sem medida.
Há pessoas que transformam o sol em uma pequena mancha amarela, porém há também as que fazem de uma simples mancha amarela, o próprio sol.
Pablo Picasso
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