terça-feira, 8 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Conselhos de Gurdjieff para a sua Filha:
. Fixa tua atenção em ti mesma, sê consciente em cada instante do que pensas, sentes, desejas e fazes.
. Termina sempre o que começaste.
. Faz o que estiveres a fazer o melhor possível.
. Desenvolve tua generosidade sem testemunhas.
. Trata cada pessoa como um parente próximo.
. Arruma o que desarrumaste.
. Aprende a receber, agradece cada dom.
. Pára de te autodefinir.
. Não mintas, nem roubes, pois estarás mentindo e roubando a ti mesma.
. Ajuda teu próximo sem torná-lo dependente.
. Não desejes que te imitem.
. Faz planos de trabalho e cumpre-os.
. Não ocupes demasiado espaço.
. Não faças ruídos nem gestos desnecessários.
. Não te deixes impressionar por personalidades fortes.
. Não te apropries de nada nem de ninguém.
. Reparte equitativamente.
. Não seduzas.
. Come e dorme o estritamente necessário.
. Não fales dos teus problemas pessoais.
. Não emitas juízos nem críticas quando desconheceres a maior parte dos fatos.
. Não sigas modas.
. Não te vendas.
. Respeita os contratos que firmaste.
. Sê pontual.
. Não invejes os bens ou sucesso do próximo.
. Fala só o necessário.
. Não penses nos benefícios que advirão da tua obra.
. Nunca faças ameaças.
. Realiza tuas promessas.
. Coloca-te no lugar do outro numa discussão.
. Admite que alguém te supere.
. Não elimines, mas transforma.
. Vence teus medos, cada um deles é um desejo camuflado.
. Ajuda o outro a ajudar-se a si mesmo.
. Vence as tuas antipatias e cerca-te de quem queres rejeitar.
. Não reajas ao que digam de bom ou de mau sobre ti.
. Transforma o teu orgulho em dignidade.
. Transforma a tua cólera em criatividade.
. Transforma a tua avareza em respeito pela beleza.
. Transforma a tua inveja em admiração pelos valores alheios.
. Transforma o teu ódio em caridade.
. Não te vanglories nem te insultes.
. Trata o que não te pertence como se te pertencesse.
. Não te queixes.
. Desenvolve a tua imaginação.
. Não dês ordens só pelo prazer de ser obedecido.
. Paga pelos serviços que te prestam.
. Não faças propaganda das tuas obras ou ideias.
. Não trates de despertar, nos outros em relação a ti, emoções como piedade,
admiração, simpatia e cumplicidade.
. Não chames atenção pela tua aparência.
. Nunca contradigas, cala-te.
. Não contraias dívidas, compra e paga em seguida.
. Se ofenderes alguém, pede desculpas.
. Se ofendeste publicamente, desculpa-te igualmente em público.
. Se te dás conta de que te equivocaste, não insistas por orgulho no erro e desiste imediatamente de teus propósitos.
. Não conserves objetos inúteis.
. Não prestes contas a ninguém, sê o teu próprio juiz.
. Nunca te definas pelo que possuis.
. Nunca fales de ti sem te conceder a possibilidade de mudança.
. Aceita que nada é teu.
. Quando pedirem a tua opinião sobre alguém, fala somente das suas qualidades.
. Quando adoeceres, em vez de odiar esse mal, considera-o teu mestre.
. Não olhes com dissimulação, olha fixamente.
. Não te esqueças dos teus mortos, mas limita-os num espaço que não lhes permita invadir toda a tua vida.
.Na tua moradia, reserva sempre um lugar ao sagrado.
. Quando realizares um serviço, não ressaltes os teus esforços.
. Se decidires trabalhar para alguém, trata de fazê-lo com prazer.
. Se estás em dúvida entre fazer ou não fazer algo, arrisca-te e faz.
. Quando alguém tenha o seu público, não tentes contradizê-lo e roubar-lhe a audiência.
. Vive dos teus próprios ganhos.
. Não te vanglories de aventuras amorosas.
. Não exaltes as tuas debilidades.
. Não visites alguém só para preencheres o teu tempo.
. Obtém para repartir.
. Se estás meditando e um diabo se aproxima, fá-lo a meditar também…
Gurdjieff
domingo, 6 de março de 2016
sábado, 5 de março de 2016
Matt Elliott // I Would Have Woken You With This Song
Matt Elliott // I Would Have Woken You With This Song
quinta-feira, 3 de março de 2016
terça-feira, 1 de março de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
UN ARTE DE VIVIR
Vivir sin hacer nada. Cuidar lo que no importa,
tu corbata de tarde, la carta que le escribes
a un amigo, la opinión sobre un lienzo, que dirás...
en la charla, pero que no tendrás el torpe gusto
de pretender escrita. Beber, que es un placer efímero.
Amar el sol y desear veranos, y el invierno
lentísimo que invita a la nostalgia (¿de dónde
esa nostalgia?). Salir todas las noches, arreglarte
el foulard con cariño esmerado ante el espejo,
embriagarte en belleza cuanto puedas, perseguir
y anhelar jóvenes cuerpos, llanuras prodigiosas,
todo el mundo que cabe en tanta euritmia.
Dejar de amanecida tan fantásticos lechos,
y olerte las manos mientras buscas taxi, gozando
en la memoria, porque hablan de vellos y delicias
y escondidos lugares, y perfumes sin nombre,
dulces como los cuerpos. ¡Qué frío amanecer entonces,
qué triste es, qué bello! Las sábanas te acogerán
después un tanto yermas, y esperarás el sueño.
Del día que vendrá no sabes .nada. (No consultas
oráculos). Te quemarán hastíos y emociones,
tertulias y bellezas, las rosas de un banquete
suntuario, y las viejas callejas, donde se siente
todo, en el verano, como un aroma intenso.
Vivir sin hacer nada. Cuidar lo que no importa.
y si todo va mal, si al final todo es duro,
como Verlaine, saber ser el rey de un palacio de invierno.
Vivir sin hacer nada. Cuidar lo que no importa,
tu corbata de tarde, la carta que le escribes
a un amigo, la opinión sobre un lienzo, que dirás...
en la charla, pero que no tendrás el torpe gusto
de pretender escrita. Beber, que es un placer efímero.
Amar el sol y desear veranos, y el invierno
lentísimo que invita a la nostalgia (¿de dónde
esa nostalgia?). Salir todas las noches, arreglarte
el foulard con cariño esmerado ante el espejo,
embriagarte en belleza cuanto puedas, perseguir
y anhelar jóvenes cuerpos, llanuras prodigiosas,
todo el mundo que cabe en tanta euritmia.
Dejar de amanecida tan fantásticos lechos,
y olerte las manos mientras buscas taxi, gozando
en la memoria, porque hablan de vellos y delicias
y escondidos lugares, y perfumes sin nombre,
dulces como los cuerpos. ¡Qué frío amanecer entonces,
qué triste es, qué bello! Las sábanas te acogerán
después un tanto yermas, y esperarás el sueño.
Del día que vendrá no sabes .nada. (No consultas
oráculos). Te quemarán hastíos y emociones,
tertulias y bellezas, las rosas de un banquete
suntuario, y las viejas callejas, donde se siente
todo, en el verano, como un aroma intenso.
Vivir sin hacer nada. Cuidar lo que no importa.
y si todo va mal, si al final todo es duro,
como Verlaine, saber ser el rey de un palacio de invierno.
--
Luis Antonio de Villena
Luis Antonio de Villena
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
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