Nas alturas mais complicadas da minha vida escrevo os melhores capítulos.

Não há passos perdidos.


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Foto de Paintings Lovers.
Peter Vilhelm (Danish, 1861-1933) - Girl Reading - 1901

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Bach - "G Minor" (Luo Ni)

"I promise myself that I will enjoy
every minute of the day that is given
me to live."
― Thich Nhat Hanh

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

"Não é a tua mão filha que eu levo na minha mão, é uma raiz que eu planto em mim mesma."
"Poemas Quotidianos" de António Reis

domingo, 10 de setembro de 2017

sábado, 19 de agosto de 2017

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

terça-feira, 1 de agosto de 2017

sábado, 22 de julho de 2017

domingo, 16 de julho de 2017

sexta-feira, 9 de junho de 2017

sábado, 3 de junho de 2017

Excepção à norma minimalista.
Podia ser um grito, mas vivemos tempos de surdos...
Citoyens d'un pays libre, cidadãos sensatos do resto do planeta, a França que me merece loas – e bem podia servir de modelo para edificar uma utopia europeia – é a que tem permitido que ali se encontrem os talentos das guitarras do cigano Django Reinhardt e do filho de italianos George Brassens, a escrita da vietnamita Marguerite Duras e a do polaco Milan Kundera, os pensamentos do negro caribenho Frantz Fanon e os do branco argelino Albert Camus, as telas assinadas pelo espanhol Pablo Picasso e pela portuguesa Vieira da Silva, o cinema da belga Agnès Varda e o teatro da descendente de russos Ariane Mnouchkine, a voz do “arménio” Charles Aznavour e a da italiana Carla Bruni, a arte da fotografia do húngaro Brassaï e a do judeu Willy Ronis, as canções do monegasco Leo Ferré e as do transalpino Serge Reggiani, as composições musicais do russo Igor Stravinsky e a produção cinematográfica do georgiano Otar Iosseliani, o desfile nas telas da alemã Simone Signoret e da libanesa Delphine Seyrig, a ciência da dupla Nobel polaca Marie Curie e a arquitectura moderna do helvético Le Corubusier – o esplendor da francofonia, que só tem paralelo nessas três palavras, vindas de Setecentos e pelas quais vale a pena lutar até à Eternidade: “Liberté, Égalité, Fraternité.”
Ignorar que tudo isto está em risco é suicídio, uma cobarde cedência perante a barbárie!
Apenas.
Fernando Madaíl