“Die Erdzeitalter (Idades do Mundo, 2014)” de Anselm Kiefer
- lembramos que a história não é uma linha reta, é uma geologia em camadas de sonhos, ruínas e tentativas de recomeçar. Estas tábuas e cinzas empilhadas parecem o arquivo das nossas ambições: civilizações a erguer-se, a colapsar, a deixar para trás vestígios que se tornam a base para a próxima ilusão de permanência. O trabalho parece especialmente ressonante agora: Equilíbrio nunca é um dado.








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