Vamos às urnas,
não sei se seguros, não sei se claros,
seguimos por caminhos incertos,
estudamos onde pôr o pé,
que o terreno está escorregadio,
sentimos o chão,
medimos a copa e o tronco da árvore mais próxima,
prevemos onde há de cair,
se a árvore, o poste, ou o vizinho de cima,
vemos as estatísticas, ouvimos as previsões dos orçamentistas,
e aceitamos, crédulos, o que nos cairá do céu...ao que se cria sobre a terra.

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