Que momentos guardamos? Guardamos todos sim, mas quais realmente retemos e recordamos?
Quais sobrevivem depois do reboliço dos dias e ficam limpos do ruído? Perguntei à minha mãe, mas perguntarei às minhas filhas? Como escolhemos em deixar ir uns e reter outros? Recordaremos verdadeiramente algo com a nitidez e a precisão de cada momento? Em mim, sobrevivem umas particularidades de uns dias, uns bons, outros menos bons. Vejo um caleidoscópio de imagens sobrepostas. Um emaranhado a que chamo Vida.quinta-feira, 30 de abril de 2026
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