terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Aniversário
Hoje faço 38 anos de vida!
Bebo um Porto e brindo ao meu novo ano que agora começa.
As pedras no caminho fazem parte.
A Vida terá sempre pedras e mato e rios ou pontes para atravessar,a forma como encaramos a travessia deste caminho único e pessoal é que nos faz crescer.
E como diz a canção,"Viva La VIDA" y a VIVIR!!
Salomé
Bebo um Porto e brindo ao meu novo ano que agora começa.
As pedras no caminho fazem parte.
A Vida terá sempre pedras e mato e rios ou pontes para atravessar,a forma como encaramos a travessia deste caminho único e pessoal é que nos faz crescer.
E como diz a canção,"Viva La VIDA" y a VIVIR!!
Salomé
terça-feira, 3 de maio de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A Troca
Sentei-me à sombra na porta da cabana junto ao velho ancião. O calor sufocava,o ar estava pesado e a terra vermelha entrava em mim.
Sorri e pouco falava.
Curiosa,espreito o interior da cabana.
O ancião traz-me um chá morno de ervas mágicas e diz-me:
- Estás cansada!
Sorriu e respondo
- Faz muito tempo...
Na despedida,reparo que não tinha nada para lhe oferecer, a não ser o meu lenço verde.
O ancião agradeceu mostrando a boca sem dentes.
Foi buscar uma colher de osso branca e disse
- para te alimentares!
Salomé
Sentei-me à sombra na porta da cabana junto ao velho ancião. O calor sufocava,o ar estava pesado e a terra vermelha entrava em mim.
Sorri e pouco falava.
Curiosa,espreito o interior da cabana.
O ancião traz-me um chá morno de ervas mágicas e diz-me:
- Estás cansada!
Sorriu e respondo
- Faz muito tempo...
Na despedida,reparo que não tinha nada para lhe oferecer, a não ser o meu lenço verde.
O ancião agradeceu mostrando a boca sem dentes.
Foi buscar uma colher de osso branca e disse
- para te alimentares!
Salomé
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Sozinha na Savana
Se pudesse ter duas vidas, numa delas queria ter sido Karen Blixen.
Atrás desse rasto fui ao Quénia.
Encontrei a sua casa, os seus objectos, a terra, os caminhos, a paisagem.
Os montes Ngong ao fundo de testemunho.
A sua alma já partiu à muito, mas senti os cheiros, as cores e sensações de que ela tanto falava….
Onde vivi o momento mais especial foi numa reserva, em Masai Mara.
Nessa manhã decidi que queria ficar sozinha, para sentir e apreciar sem distracções, e não ir para mais um safari, para ver crocodilos.
Fiquei sentada horas a fio à porta da tenda, sem me mexer. Imóvel, na ânsia de absorver tudo o que se passava à minha volta, e de sentir África.
E os meus companheiros foram chegando, uma família de Suricatas, aos saltinhos, curiosos iam-se aproximando. Perante a minha imobilidade deixaram-se estar durante muito tempo.
Como ninguém fica no acampamento, as cercas eléctricas são desligadas.
A sorte foi não serem espécies de maior porte e a história seria outra.
Sons da Selva chegavam de todo o lado, misturados e impossíveis de identificar.
Entardecia.
O céu imenso, continha todas as cores africanas, e nós ganhávamos esse brilho de fim de tarde quando tudo fica ainda mais bonito.
Salomé
Se pudesse ter duas vidas, numa delas queria ter sido Karen Blixen.
Atrás desse rasto fui ao Quénia.
Encontrei a sua casa, os seus objectos, a terra, os caminhos, a paisagem.
Os montes Ngong ao fundo de testemunho.
A sua alma já partiu à muito, mas senti os cheiros, as cores e sensações de que ela tanto falava….
Onde vivi o momento mais especial foi numa reserva, em Masai Mara.
Nessa manhã decidi que queria ficar sozinha, para sentir e apreciar sem distracções, e não ir para mais um safari, para ver crocodilos.
Fiquei sentada horas a fio à porta da tenda, sem me mexer. Imóvel, na ânsia de absorver tudo o que se passava à minha volta, e de sentir África.
E os meus companheiros foram chegando, uma família de Suricatas, aos saltinhos, curiosos iam-se aproximando. Perante a minha imobilidade deixaram-se estar durante muito tempo.
Como ninguém fica no acampamento, as cercas eléctricas são desligadas.
A sorte foi não serem espécies de maior porte e a história seria outra.
Sons da Selva chegavam de todo o lado, misturados e impossíveis de identificar.
Entardecia.
O céu imenso, continha todas as cores africanas, e nós ganhávamos esse brilho de fim de tarde quando tudo fica ainda mais bonito.
Salomé
quarta-feira, 16 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Este fim de semana fui a Évora, encontro de antigos alunos do Colégio Nuno Álvares.
Muitos anos depois...20 e tal, juntámo-nos num almoço convívio.
Eles ou carecas ou grisalhos. Elas risonhas e gordinhas.
No fim só ficam as memórias, e as minhas não são poucas.
20Maio - 20 Junho, a minha primeira exposição aguarela e técnicas mistas
Biblioteca Orlando Ribeiro
Estrada Telheiras,146
Lisboa
Exposição Colectiva das alunas da Professora Sara Grilo
Sala Multimédia
Fecha ao Domingo
Muitos anos depois...20 e tal, juntámo-nos num almoço convívio.
Eles ou carecas ou grisalhos. Elas risonhas e gordinhas.
No fim só ficam as memórias, e as minhas não são poucas.
20Maio - 20 Junho, a minha primeira exposição aguarela e técnicas mistas
Biblioteca Orlando Ribeiro
Estrada Telheiras,146
Lisboa
Exposição Colectiva das alunas da Professora Sara Grilo
Sala Multimédia
Fecha ao Domingo
domingo, 3 de outubro de 2010
U2
Coimbra hoje ainda teve mais encanto, ao som da melhor banda do mundo!!!!!!!!!!!
Uma gigante discoteca ao ar livre...
A pocos metros do palco,emocionada e incrédula assisto mais uma vez a um grande espectáculo que marca para não os esquecermos.
Imperdível!
Salomé
Uma gigante discoteca ao ar livre...
A pocos metros do palco,emocionada e incrédula assisto mais uma vez a um grande espectáculo que marca para não os esquecermos.
Imperdível!
Salomé
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Raimon Pannikar
Hoje, não amanhã. o paraíso não é para amanhã.
A Vida é o eterno presente de cada um de nós.
Raimom Pannikar
1918-2010
A Vida é o eterno presente de cada um de nós.
Raimom Pannikar
1918-2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Francisco Ribeiro
Francisco Ribeiro,
Partes mas a tua música está no ar...flutua,paira em cada um de nós,nas almas atentas. E permanecerá para sempre. A Imortalidade dos seres especiais.
Salomé
Partes mas a tua música está no ar...flutua,paira em cada um de nós,nas almas atentas. E permanecerá para sempre. A Imortalidade dos seres especiais.
Salomé
domingo, 25 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Regresso das férias,encalorada,do sol do sal das tapas do tinto de verano,e sem poisar as malas,começa...choros,hospital,a mais velha das minhas filhas quase parte a perna,telegramas(que nunca são boas noticias),multas e contas na caixinha do correio!
Mas ontem tinha de novo 20 anos,dançei que me fartei no Meco ao Rubro no concerto dos Pet Shop Boys!!Imperdível!
Salomé
Mas ontem tinha de novo 20 anos,dançei que me fartei no Meco ao Rubro no concerto dos Pet Shop Boys!!Imperdível!
Salomé
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O Passeio de Lisboa
O Passeio de Lisboa
Subo o Chiado, sinto o Fado e o burburinho da rua…
Sábado em Lisboa,onde ir?
Chiado, mas este não é o passeio dos tristes, é dos alegres!
No Chiado, Lisboa desabrochou e viveu os seus melhores anos de tertúlias e agitação,na década de 90 foi renovado por Siza Vieira, reinventou-se e está vivo, mas permanece a atmosfera de Séc. XIX.
Hoje já não há castanhas, vieram morangos, e a vendedora apregoa : - Frescos e Bons!!
Olho a montra da Luvaria Ulisses que desde 1925 expõe luvas perfeitas para qualquer mão, num espaço demasiado pequeno mas autêntico.
E passo na feira dos alfarrabistas, nas lojas de montras chiques, as menos chiques, vejo os artistas de rua, o café-concerto,…
Espreito a Vida Portuguesa, a loja da memória de qualquer português, e almoço ao lado, no menos nacional café da zona, que por ser estrangeiro não tem receio de se mostrar, e deixa entrar toda a luz de Lisboa, pelas rasgadas janelas.
Converso com a D. Clementina que veio de Barcelos atrás do seu homem e ficou de vez, agora gasta as horas a ver quem passa e mete conversa com todos a contar as suas desgraças.
De olhos e alma bem abertos prossigo o passeio…
E no silêncio das travessas revejo Pessoa, respiro Teatros, oiço Óperas, vejo ao longe o rio e cada esquina cheira a Saudade.
Desço a calçada escorregadia em equilibro para não cair, neste passeio onde o elegante, o moderno, o novo e o velho se encontram, se mostram e se misturam todos.
Vou à Merendinha, falo com o dono, o Sr. Artur Costa, que queixoso do negócio vende a 0.90€ a melhor limonada de Lisboa, desde 1936 na Rua Nova do Almada numa tasca bem velhinha.
E volto a subir para me sentar nas escadinhas da Igreja, como mais uma aluna de artes, eles desenham eu observo quem passa.
As esplanadas estão cheias, com meninas da moda, turistas e a nova vaga de homens demasiado perfeitos.
Os mais tradicionais ficam sentados dentro dos cafés, e comem croissant com meia de leite.
Os mais alternativos estão juntos em grupinhos, encostados às paredes.
Soam acordes de guitarra, misturados com cânticos árabes de um pedinte marroquino.
Por cima de nós andorinhas voam de telhado em telhado sem parar, cá em baixo um currupio de pessoas a entrar e a sair de cabeleireiros, livrarias, cafés ou ateliers.
Chega mais um artista de rua, tem o cabelo grande e branco, na cabeça uma máscara de pássaro, toca vários instrumentos artesanais que emitem os sons da natureza, o ritmo é contagiante, é o Claudio Montuori, italiano e sem idade, vale todas as moedas que recebe, embora ele as peça para os pássaros.
Encontro um amigo que não via faz tempo, subimos ao Largo do Carmo para beber chá, nesse antigo palco de revoluções, agora muito animado.
Volto a descer a colina, vou comprar café de saco na Casa Pereira, que cheira a café recém moído.
Tento a sorte, na casa da esquina em frente, e subo ao 28, um dos últimos Eléctricos e a melhor maneira de terminar o passeio.
E o Chiado é esta Lisboa que vivemos, só precisamos de alma grande e bons sapatos!
Salomé
Subo o Chiado, sinto o Fado e o burburinho da rua…
Sábado em Lisboa,onde ir?
Chiado, mas este não é o passeio dos tristes, é dos alegres!
No Chiado, Lisboa desabrochou e viveu os seus melhores anos de tertúlias e agitação,na década de 90 foi renovado por Siza Vieira, reinventou-se e está vivo, mas permanece a atmosfera de Séc. XIX.
Hoje já não há castanhas, vieram morangos, e a vendedora apregoa : - Frescos e Bons!!
Olho a montra da Luvaria Ulisses que desde 1925 expõe luvas perfeitas para qualquer mão, num espaço demasiado pequeno mas autêntico.
E passo na feira dos alfarrabistas, nas lojas de montras chiques, as menos chiques, vejo os artistas de rua, o café-concerto,…
Espreito a Vida Portuguesa, a loja da memória de qualquer português, e almoço ao lado, no menos nacional café da zona, que por ser estrangeiro não tem receio de se mostrar, e deixa entrar toda a luz de Lisboa, pelas rasgadas janelas.
Converso com a D. Clementina que veio de Barcelos atrás do seu homem e ficou de vez, agora gasta as horas a ver quem passa e mete conversa com todos a contar as suas desgraças.
De olhos e alma bem abertos prossigo o passeio…
E no silêncio das travessas revejo Pessoa, respiro Teatros, oiço Óperas, vejo ao longe o rio e cada esquina cheira a Saudade.
Desço a calçada escorregadia em equilibro para não cair, neste passeio onde o elegante, o moderno, o novo e o velho se encontram, se mostram e se misturam todos.
Vou à Merendinha, falo com o dono, o Sr. Artur Costa, que queixoso do negócio vende a 0.90€ a melhor limonada de Lisboa, desde 1936 na Rua Nova do Almada numa tasca bem velhinha.
E volto a subir para me sentar nas escadinhas da Igreja, como mais uma aluna de artes, eles desenham eu observo quem passa.
As esplanadas estão cheias, com meninas da moda, turistas e a nova vaga de homens demasiado perfeitos.
Os mais tradicionais ficam sentados dentro dos cafés, e comem croissant com meia de leite.
Os mais alternativos estão juntos em grupinhos, encostados às paredes.
Soam acordes de guitarra, misturados com cânticos árabes de um pedinte marroquino.
Por cima de nós andorinhas voam de telhado em telhado sem parar, cá em baixo um currupio de pessoas a entrar e a sair de cabeleireiros, livrarias, cafés ou ateliers.
Chega mais um artista de rua, tem o cabelo grande e branco, na cabeça uma máscara de pássaro, toca vários instrumentos artesanais que emitem os sons da natureza, o ritmo é contagiante, é o Claudio Montuori, italiano e sem idade, vale todas as moedas que recebe, embora ele as peça para os pássaros.
Encontro um amigo que não via faz tempo, subimos ao Largo do Carmo para beber chá, nesse antigo palco de revoluções, agora muito animado.
Volto a descer a colina, vou comprar café de saco na Casa Pereira, que cheira a café recém moído.
Tento a sorte, na casa da esquina em frente, e subo ao 28, um dos últimos Eléctricos e a melhor maneira de terminar o passeio.
E o Chiado é esta Lisboa que vivemos, só precisamos de alma grande e bons sapatos!
Salomé
terça-feira, 20 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Quarta em cheio, chega de cuidar de todos!
Hoje tirei quase o dia todo,de manhã drenagem linfática, de tarde experimentei Biodanza, uma mistura de tudo (ioga,meditação,ritmos variados de música e dança); pelo meio dei banhos,comida e beijinhos e corri para o que mais gosto de fazer..... escrever, começei faz uma semana um Curso de Escrita de Viagens.
Em Maio,29 e 30 - Recycle Yourself - no Hotel do Mar em Sesimbra com a Oficina do Bem Estar
Salomé
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Hoje mais uma passeata com filhos, desta vamos à Quinta Pedagógica dos Olivais. Ontem tinha programado passeio ao Oceanário ver a nova casa do Vasco, mas no Metro entre segurar o carrinho da pequena, e olhar para a outra,quando vi estava na Baixa... fomos então passear pela parte que eu mais gosto de Lisboa, lá sentimos o Fado,vimos velhas lojinhas,comemos gelado(eu só 1 colher-entre o pouco dinheiro e a suposta dieta), e achei graça, agora Lisboa vende morangos em vez de castanhas.
Bem agora tenho de ir, já me puxam por todo o lado e férias, férias são para a professora!
Salomé
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