Nas alturas mais complicadas da minha vida escrevo os melhores capítulos.

Não há passos perdidos.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AUSSIE

Finalmente o canguro pulou até nós, a gama de produtos para cabelo Aussie!!!!!Recomendo a gama toda! Adoro a máscara, o amaciador o shampoo, tudo com um cheiro...Em pleno Supermercado Continente, nem queria acreditar no que os meus olhos viam, (um continua negro e em variações de tons roxos, mas fica bem com a côr dos óculos!).


Salomé

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Hoje, acordei mesmo com o olho à bolenenses!E se restasse alguma dúvida em relação ao motivo deste aspecto,... poderia ser bicho que picou, mas não, de olho negro enfrento os olhares indiscretos de quem pensa que levei um valente murro!E eu que nunca fui apologista de dormir com criancinhas!!...

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dez anos depois

(Crónica originalmente publicada na revista Lux Woman)



Separei-me – ou melhor dito, divorciei-me - há dez anos. Era para ter sido no dia 11 de Setembro, mas como caíram as torres de Nova Iorque, e a televisão nos absorveu literalmente, e toda aquela irrealidade tomou conta da nossa pequena e insignificante realidade, foi no dia seguinte. Estava um dia de calor com o sol escondido, aqueles dias que dão sono.

Os anos que se seguiram foram vagamente caóticos, algures entre a negação de um falhanço e aqueles coices disparatados dos animais, sem direcção certa, sem rumo, apenas com vontade. Aos 37 anos eu queria tudo menos perder tempo, por isso decidi refazer a minha vida o mais depressa que fosse possível. Queria voltar a casar, queria ser pai outra vez, queria fazer tudo igual, mas desta vez bem feito. Dei entrevistas em que me declarei “disponível para amar”, e namorei desalmadamente como se não houvesse amanhã. Não demorei muito tempo a perceber que estava a tentar o duplo salto mortal. Algo como: do mesmo autor de um casamento que não correu bem, um resto de vida que vai correr pior...

Acordei antes do salto final para o abismo. E decidi aproveitar o tempo – isto é, viver. O verbo é muito fácil de conjugar, muito difícil de praticar. Viver, nestas circunstâncias, significa uma série de outros verbos: crescer, amadurecer, aprender, esperar, acrescentar. Nem sempre eles se conjugam com os dias, é verdade, mas tentar não custa. Dez anos volvidos, não voltei a casar, não fui pai outra vez, a minha vida foi refeita por mim próprio, aprendendo a estar sozinho, aprendendo a gostar de estar comigo, fazendo conviver vazios emocionais com vazios profissionais, ou momentos de paixão e amor com intensos desafios profissionais. Não consegui encontrar equilíbrios, mesmo quando me disseram que o melhor era não os procurar. Aprendi a viver no caos. E a tirar partido dele.

De certa forma, tornei-me uma espécie de livro permanente de auto-ajuda, procurando tirar dos maus momentos os bons ensinamentos, e aplicando o que fui aprendendo nos passos seguintes. Muitas vezes invejei os casais felizes que via nos restaurantes ou na praia ou no jardim, muitas vezes me interroguei sobre o facto de não ter voltado a casar. Mas a cada pergunta – isto é, a cada momento vivido -, obtive sempre a mesma resposta: não tenho de me resignar a uma vida que me fará infeliz. Nem a uma paz podre sem saída. Nem à submissão a um estereótipo social. A partir do momento em que aprendi a estar comigo, e a gostar de estar comigo, o patamar de exigência subiu: só saio daqui para melhor. Para muito melhor.

E foi como se tirasse o pipo a uma bóia – a pressão baixou, o ar começou a circular livremente, e eu deixei de ser ingénuo quando vejo uma família aparentemente feliz num almoço de domingo.

Passados dez anos, a pergunta é: Pedro, acredita no casamento?

Passados dez anos, a resposta é: claro que sim. Volto a casar.

A única diferença são os anos passados. O que vivi. O que resulta de ter aprendido a diferença entre “ser sozinho” e “estar sozinho”. Ou a diferença entre ter companhia e partilhar a vida. Ou mais rigorosamente: a diferença entre seguir um guião socialmente escrito ou não abdicar de ser feliz. Felizmente, nestes dez anos houve quem me fizesse ver a luz. Melhor é possível. E eu fui muito mais vezes feliz em dez anos “div” do que em outros anos “cas”. Sozinho ou apaixonado. O que quer isto dizer? Algo tão simples que parece tolo, mas talvez devesse ser o começo de qualquer reflexão: somos nós que fazemos a nossa vida.


Pedro Rolo Duarte

Como se Esquece Alguém que se Ama?

Como é que se Esquece Alguém que se Ama? Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Esta foi uma noite de relãmpagos lá em casa...
Às duas manhã acordada pela minha filha mais velha, um pesadelo, um pesadelo... lá cedi e partilhei a minha boa cama. Voltas e mais voltas, nada de dormir. 5 da Matina, ainda acordada, oiço a pequena desesperada na busca do seu coelho de estimação,com coragem lá me levanto para o procurar. Regresso e mal caiu na cama levo um soco da cabeça da minha filha na cara,e vi um relâmpago! Não estrelas, mas sim um nítido relâmpago. Era só para partilhar o relãmpago, a cara inchada, negra,de quem levou um murro, olhares supeitos de colegas e pronta para enfrentar a primeira reunião da escola entre pais e professores!


Salomé

sábado, 10 de setembro de 2011

"E quantas vezes o que desapareceu não pode ser substituído..."

Richard

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

"Tenho medo que a Liberdade se torne um vício."

Miguel Sousa Tavares - Rio das Flores

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

"O mais importante que aprendi a fazer depois dos quarenta anos foi a dizer não quando é não."
Gabriel G. Marquez

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Está um belo dia para virar mais uma página deste meu livro de vida!!!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Romeu e Julieta

"Duas famílias notáveis da linda Verona, onde a história se passa, transformam em guerra as desavenças antigas, manchando de sangue as suas mãos. E do seio destas duas famílias inimigas nascem dois amantes predestinados".

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O mar, o meu mar

Quando amanhece na praia larga e solitária
quando o Sol começa a acariciar as dunas e as ondas
quando gaivotas e peixes saudam alegres o despertar da manhã,
então o mar
meu mar
me fala de emoções
contidas enquanto os meus passos
interropem o cristal claro das águas
na beira da praia
então eu me encho de sonhos
e deixo adormecer os sentimentos
contidos em cada passo
em cada pegada de água e de areia
então o meu canto
é um canto de peixes e gaivotas e de barcos que trabalham ao longe
e os meus passos
que a água apaga,mas que são guardados na areia dourada
são versos de esperança
que vou lançando aos ventos
à água,às ondas,às gaivotas...
A tudo o que me faz falta e ao que amo.

Luis E. Prieto (1945)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Felicidade

Por um estudo feito pela Universidade da Califórnia,

50% da nossa felicidade depende dos nossos genes
10% depende das circunstâncias que elegemos para a nossa vida(casamento,trabalho,...)
40% da nossa felicidade depende do nosso comportamento e pensamento

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A gargalhada é o Sol, que varre o Inverno do rosto humano! Victor Hugo

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Mais duas sugestões imperdíveis:

Ir a Sintra, conhecer o Café Saudade, e sentir a luz do Passado no Presente.
Café Saudade - Junto à Estação dos Comboios na Av. Miguel Bombarda,6 -212428804


No Principe Real, a Esplanada Lost In - Um chá gelado e saborear o fim da tarde em Lisboa, com sons e cores da India, na R.D.Pedro V -56 D, de Seg-Sab , do 12h-00h00.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Um Café.... CAFÉ TATI - Nas trazeiras do Mercado da Ribeira em Lisboa - 213461279

Um Filme .... UM DIA - Vinte anos,duas pessoas...Um Dia - Estreia 25 Agt - Corte Ingl

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

E porque os 40, são os novos 20...

Sugestão de Leitura - "O Melhor da Vida começa aos 40" - Margarida Vieitez





terça-feira, 16 de agosto de 2011


Por mais escura e longa que seja a noite, o Sol sempre voltará a brilhar!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Chove dentro e fora de mim!


Salomé

terça-feira, 31 de maio de 2011

Aniversário

Hoje faço 38 anos de vida!
Bebo um Porto e brindo ao meu novo ano que agora começa.
As pedras no caminho fazem parte.
A Vida terá sempre pedras e mato e rios ou pontes para atravessar,a forma como encaramos a travessia deste caminho único e pessoal é que nos faz crescer.
E como diz a canção,"Viva La VIDA" y a VIVIR!!



Salomé

terça-feira, 3 de maio de 2011

« Não chores por as coisas terem acabado, sorri por terem existido.»
L.E.Bourdakian